Teste de paternidade: a confiança que você precisa

Publicado por: Equipe Labi Equipe Labi
29/11/2019
3 minutos de leitura

Com certeza você já ouviu falar no teste de paternidade. Seja em uma cena da novela, em uma conversa entre amigos ou mesmo na família. O exame é feito a partir de uma análise de amostras de DNA do filho e do suposto pai, que podem ser colhidas pelo sangue ou pela mucosa oral (saliva), e tem como objetivo verificar o nível de parentesco entre estas pessoas.

Como funciona o teste de paternidade

Para esse exame é necessário que os participantes, suposto pai e filho, compareçam no mesmo dia e horário no laboratório para a coleta do material genético. É extremamente importante que nenhum dos envolvidos tenha feito transplante de medula óssea nos últimos seis meses. Já nos casos de transfusão de sangue recente, pode ser recomendado uma nova coleta. 

Na análise, o laboratório observa a presença de material genético do suposto pai no espécime do filho. Dessa forma, obrigatoriamente um dos alelos do filho deve ser igual ao do pai para confirmar a paternidade. No Labi, o resultado do teste é liberado em 14 dias e é 99,9% confiável.

No dia marcado para o exame, deve-se levar os seguintes documentos: 

  • Filho(a) menor de idade: certidão de nascimento e, quando a criança ainda não tiver sido registrada, a declaração de nascido vivo fornecida pela maternidade.
  • Adultos: documento de identificação com foto (original e uma cópia). Caso o suposto pai seja menor de idade, é necessário também estar acompanhado pelo responsável legal ou apresentar uma declaração registrada em cartório em que o responsável autoriza a participação no exame.

Teste de paternidade no Labi Exames

No Labi Exames, estão disponíveis testes de paternidade com diagnósticos rápidos e confiáveis. São duas opções: Paternidade Duo (teste em que apenas o suposto pai e filho têm uma amostra coletada) e Paternidade Trio (mãe, suposto pai e filho são testados).

O Labi recomenda

No exame Trio é possível definir, entre as regiões analisadas do DNA do filho, qual é a parte que vem da mãe e qual é a parte derivada do pai. Já o teste Duo, por não conter o material genético da mãe, é tecnicamente mais complexo. Dessa forma, para obter a mesma precisão do Trio, é utilizado um número maior de marcadores genéticos no DNA. 

Para a análise é importante que os participantes não tenham recebido transplante de medula óssea nos últimos seis meses. Já nos casos de transfusão sanguínea recente, o laboratório poderá solicitar nova coleta de material.

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